Custo da construção sobe 0,16% em setembro

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e pela Caixa, teve inflação de 0,16% em setembro. A taxa é inferior à observada em agosto, que havia sido 0,52%.

Com a inflação de setembro, o custo da construção por metro quadrado passou a ser R$ 902,94. Os materiais de construção tiveram alta de preços equivalente a 0,2% e passaram a custar R$ 493 por metro quadrado.

Já a mão de obra teve inflação correspondente a 0,11%, passando a custar R$ 409,94.

Os estados de Santa Catarina e Paraíba tiveram as maiores variações da taxa, com 0,93% e 0,75%, respectivamente.

Por outro lado, nove estados tiveram queda do custo da construção, com destaque para Amazonas (-0,3%).

Fonte: Revista Exame

Gastos com construção nos EUA têm queda inesperada em agosto

Os gastos com construção nos Estados Unidos caíram inesperadamente em agosto, impactados por gastos privados mais fracos fora do setor de moradias e um recuo nos investimentos públicos.

Os gastos com construção caíram 0,8 por cento, para uma taxa anual de 960,96 bilhões de dólares, informou nesta quarta-feira o Departamento do Comércio, em um relatório que também revisou para baixo as estimativas de gastos para os dois meses antecedentes.

Economistas consultados pela Reuters esperavam um crescimento de 0,5 por cento nos gastos com construção em agosto.

A queda surpreendente foi causada em grande parte por uma retração de 1,4 por cento no dinheiro gasto em construções particulares não residenciais, embora as despesas tenham recuado modo generalizado.

As quedas, no entanto, vieram após um mês no qual os gastos na maioria das categorias de construção haviam registrado fortes ganhos. Os gastos privados com moradias caíram apenas 0,1 por cento em agosto, o que provavelmente não vai desancorar as expectativas de uma recuperações contínua do mercado imobiliário.

Fonte: Revista Exame

Casa & Cia abre ao público nesta quarta-feira

Considerada a mais inovadora mostra de arquitetura que a região já sediou, a Casa&Cia Serra abre ao público nesta quarta-feira, a partir das 16h. Os visitantes poderão se inspirar em 56 ambientes até 30 de novembro.

O lugar escolhido para emoldurar a mostra é um dos diferenciais desta que é a nona edição da Casa&Cia Serra. O Monterey, localizado no bairro São Ciro, é um loteamento fechado de casas de alto padrão pronto para construir. São 140 lotes de 1,2 mil m², em um espaço de mais de 230 mil m².

O cenário, portanto, é ideal para o tema deste ano, ‘Viver bem começa por sentir-se bem’, já que alia segurança e infraestrutura com tranquilidade e paisagem rural. Os ambientes estão distribuídos em duas mansões do loteamento e seguem a tendência crescente da construção civil de morar em bairros afastados dos caóticos centros urbanos.

Outra novidade deste ano é que os arquitetos foram convidados a participar e, por isso, não precisaram comprar espaços. Além da quantidade de participações em outras mostras, o critério que determinou a escolha dos profissionais foi o interesse. A iniciativa, avaliam os organizadores, garantiu um time comprometido com a proposta deste ano.

O visitante notará ainda uma poluição menor de marcas em toda a mostra, já que desta vez apenas as empresas patrocinadoras aparecerão nos ambientes. No total, a Casa&Cia Serra conta com investimento na marca de R$ 1,5 milhão e participação de 30 escritórios de arquitetura.

A Nakatomi participa deste projeto através da Ésse Arquitetura e Interiores, das arquitetas e urbanistas Silvia Kunz e Suelen Miglioranza.

Crédito: Jonas Ramos

Venda de material de construção cresce 7,1% em agosto

A indústria vendeu 7,1% a mais em agosto do que em julho, um resultado semelhante ao registrado em julho sobre junho. No entanto, essa alta nas vendas não foi suficiente para que o setor mantivesse a previsão de crescer 2%, em 2014, quando comparado ao desempenho do ano passado. A projeção foi revisada para 0,5%, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat).
Essa mudança levou em consideração o mau desempenho do primeiro semestre. De janeiro a agosto, as vendas recuaram 6,7% e, quando comparado ao mesmo período do ano passado, houve queda de 12,4%, a sexta redução seguida nos comparativos anuais. Apesar disso, os empresários acreditam na recuperação do setor. Para tanto, eles necessitam de um aumento na demanda tanto de clientes que farão pequenas obras ou reparos quanto aos grandes empreendimentos dos segmentos imobiliários ou de infraestrutura.
“Para os próximos meses as expectativas apontam para uma recuperação dos resultados, associada a boas perspectivas no segmento imobiliário, à manutenção da renda e do emprego, além da oferta de crédito no mercado”, informa a nota técnica da Abramat.
Segundo a associação, o nível de emprego no setor cresceu 3,1% na comparação com agosto do ano passado, mas recuou 0,4% sobre julho último.

Fonte: exame.abril.com.br

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