Construir ou reformar está 6,7% mais caro do que há um ano

Quem teve de contratar mão de obra ou serviços para a construção civil neste mês de novembro de 2014 e ainda comprar materiais do setor comprometeu mais o orçamento em relação ao mês anterior.

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) apresentou variação de 0,30% ante 0,20%, o que significa um aumento desde janeiro de 6,46% e, nos últimos 12 meses, de 6,70%.

O levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV) mostra que os materiais, equipamentos e serviços ficaram 0,4% mais caros, mas a elevação ocorreu com menor intensidade do que em setembro quando os preços subiram 0,43%.

A maior pressão neste subcomponente foi constatada em serviços com valores em média 0,89% acima do mês anterior. Em setembro, os mesmos serviços tinham apresentado taxa de 0,05%. A parte da obra mais onerosa foi a de projetos (de 0,01% para 1,46%).

Já a taxa que mede a variação do custo da mão de obra atingiu 0,22% ante estabilidade em setembro, sendo influenciada mais pelo reajuste salarial ocorrido no Recife.

Houve elevação do índice em quatro das sete capitais pesquisadas: Salvador (de 0,17% para 0,23%); Brasília (de 0,14% para 0,18%); Recife (de 0,3% para 2,27%) e Porto Alegre (de 0,16% para 0,28%).

Em duas capitais houve queda no ritmo de correção: Rio de Janeiro (de 0,19% para 0,06%) e São Paulo (de 0,26% para 0,22%). E, em Belo Horizonte, o índice permaneceu estável em 0,09%.

Fonte: Revista Exame

Casa sustentável na Noruega gera mais energia do que consome

Prédios comerciais e residenciais são grandes consumidores de luz, respondendo por cerca de 40% da demanda mundial. A boa notícia é que a autossuficiência tem atraído grande atenção por conta do aumento do preço da energia e dos problemas climáticos oriundos das emissões de fontes fósseis.

No mercado de construção civil, uma das investidas mais promissoras são os chamados Edifícios de Energia Zero (zero energy buildings ou ZEBs, na sigla em inglês), que produzem mais energia do que consomem ao longo de um ano.

Longe de um exercício de futurologia, os ZEBs já estão sendo incorporados na estratégia energética de diversos países no mundo como Estados Unidos, Alemanha e Noruega. É deste último que vem um exemplo inspirador: a casa ecológica ZEB Pilot Hous, que produz até 3 vezes mais energia do que necessita. Tudo a partir de fontes renováveis. Confira nas fotos.

Fonte: Revista Exame

O que deve ser levado em conta em projetos de arquitetura de interiores corporativos?

Se você estiver no processo de abrir um novo escritório ou começar 2015 com uma reforma, não deixe de implementar um projeto de arquitetura de interiores, além do projeto de arquitetura ‘tradicional’. Veja os pontos mais importantes a serem considerados:

Layout: nessa parte do projeto de arquitetura de interiores é que será pensada como deve ser a disposição dos móveis e dos equipamentos e os espaços para circulação. O layout deve ser planejado para proporcionar boa comunicação e interação entre os colaboradores, o que pode levar ao aumento da produtividade e do bem estar. A arquitetura de interiores também pode planejar um espaço específico de integração, como um lounge, uma sala de descompressão, uma copa.

Ergonomia: faz tempo que a ergonomia deixou de ser restrita às grandes corporações e passou a ser requisito também na arquitetura de interiores de empresas de menor porte. Ao proporcionar mais conforto ao trabalhador (ou seja, sem incômodos no desempenho do trabalho), a ergonomia exerce grande influência no foco e rentabilidade das pessoas. A empresa, certamente, só tem a ganhar com isso. A escolha dos móveis e a iluminação devem ser pensadas também em termos ergonômicos, não apenas estéticos – precisam ser funcionais e adequados à proposta do projeto de arquitetura de interiores.

Economia: questões que envolvem sustentabilidade não servem só para a empresa se sair bem frente à sociedade. Elas geram economia para os negócios. O layout pode ser pensado levando em conta o melhor aproveitamento da luz natural, o que diminui o uso de energia elétrica, por exemplo (apenas lembre-se que muita luz – natural ou artificial – também atrapalha). A escolha dos móveis e revestimentos também interfere nas finanças: opte pelo custo x benefício sempre e pense em longo prazo.

Imagem: a proposta da arquitetura de interiores, claro, envolve design, imagem, comunicação. Uma marca mais arrojada vai combinar com móveis mais modernos, uma marca infantil com detalhes lúdicos, ou seja, essa relação precisa existir para que clientes e colaboradores entendam rapidamente qual a mensagem a empresa deseja passar. A paleta de cores também deve transmitir a imagem da empresa, além de serem aplicadas corretamente (as cores têm influência na concentração e produtividade). Os revestimentos de pisos e paredes não devem ser apenas esteticamente bons e em harmonia com a proposta da empresa, devem ser pensados também no tratamento/isolamento acústico e térmico. O papel do ‘branding’ não envolve apenas cartão de visitas e um bom website.

Fonte: Fórum da Construção

Brasileiro gastou menos com a reforma da casa em 2014

O consumo formiga de materiais de construção, aquele feito a conta-gotas pelos brasileiros para reformar a casa ou fazer um "puxadinho", deve encerrar este ano no vermelho. Se as previsões se confirmarem, será a primeira queda sobre o ano anterior desde 2009, quando o País sentia os efeitos da crise financeira internacional.

Crédito mais caro e restrito, renda crescendo, porém em ritmo menor, e o cenário de incerteza que se traduziu na estagnação da economia durante este ano atrapalharam os planos de melhorar a moradia e as vendas do setor, que ainda conta com o benefício do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) reduzido.

O tamanho da freada aparece na redução do número de famílias que pretendiam reformar a casa. Em agosto, 18,3 milhões de lares, mais da metade (62%) das classes de maior renda (A e B) planejavam uma reforma nos próximos 12 meses, aponta a pesquisa nacional da consultoria Data Popular com 1,8 mil entrevistados.

Em 2010, quando a economia estava a todo vapor e crescia a 7,5%, 22 milhões de famílias queriam reformar a casa e a maior fatia (52%) era da classe C, que agora concentra um terço das intenções de reforma.

"Todo mundo sabe que fazer uma reforma é um saco sem fundo e está pensando duas vezes antes de começar, diante do cenário de incertezas", constata o sócio-diretor da Data Popular, Renato Meirelles.

A cautela do brasileiro acendeu um sinal de alerta na indústria. "Esse ano foi muito difícil", afirma o presidente da Associação Brasileira da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), Walter Cover. Ele diz que, entre 2010 e 2013, o faturamento real do varejo (descontada a inflação) cresceu em média 7% ao ano. A expectativa para este ano era de um avanço entre 5% e 6%, mas Cover acredita que a queda deve beirar 1%.

Pesquisa

Até setembro, o faturamento real no varejo de materiais de construção recuou 0,35%, afirma a Abramat, com base na pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No terceiro trimestre, a receita real do varejo caiu 2,4% ante o mesmo período de 2013. E as vendas totais da indústria, incluindo três setores (formiga, imobiliário e infraestrutura) devem cair entre 4% e 5% este ano.

Ana Maria Castelo, coordenadora de Projetos da Construção da Fundação Getulio Vargas (FGV), explica que 50% das vendas da indústria são para o comércio e a maior parte (80%) dessa fatia se destina às famílias. Os 20% restantes são consumidos por pequenas empresas de construção e condomínios, entre outros segmentos.

"O consumo formiga está sofrendo os efeitos do crédito mais caro, das famílias mais endividadas e das incertezas em relação ao que vai acontecer daqui para a frente", observa a economista. Nas suas projeções, o resultado das vendas desse segmento deve ser negativo e será primeira queda desde 2009.

A menor disposição do brasileiro para gastar com materiais de construção também aparece na intenção de consumo para este trimestre. Pesquisa do Programa de Administração de Varejo (Provar) mostra que os paulistanos pretendem desembolsar R$ 5.698 com materiais de construção entre setembro e dezembro. A cifra é 12,5% menor do que a gasta no mesmo período do ano passado e 7% abaixo da verificada no trimestre anterior.

Fonte: Obras 24 horas

Nakatomi do Brasil Construtora (54) 9999.9449 / (54) 3029.4766 - Caxias do Sul - RS

Facebook

Nakatomi do Brasil Construtora © Copyright 2019 - Todos os direitos reservados.

Digital Feeling Estúdio de Criação WCM3 Agência Web