Reino Unido avança com construção do maior Parque Eólico do mundo

Foi anunciado o arranque do Projeto Dogger Bank Creyke Beck, de 8 mil milhões de libras, que pretende construir o maior parque eólico offshore do mundo ao largo da costa de Yorkshire.

O complexo marítimo, que incluirá, numa primeira fase, 400 turbinas eólicas de grande dimensão, distribuirá uma área superior a 1100 quilómetros quadrados, permitindo suprir cerca de 2.5% das necessidades energéticas do Reino Unido.

Fonte: Notícias de Engenharia Civil

Conheça as casas construídas com impressão 3D

Uma impressora 3D que imprime peças em plástico não é mais uma novidade. Hoje todos os holofotes estão apontados para as impressoras que conseguem imprimir comida, órgãos e… casas!

Parece que não há nada no mundo que não possa ser feito no modelo “camada por camada”.

Um projeto de casa impressa em 3D foi feito em Xangai, na China, pela Winsun. A construtora chinesa mostrou como uma impressora de 6,7 metros de altura — que custa 5 mil dólares — pode produzir paredes inteiras em poucos minutos.

Usando uma combinação de cimento e fibra de vidro como material, a estrutura feita pela impressora custa metade do preço de uma construção convencional.

O mais impressionante é que o material usado para construir as paredes é reciclado de construções antigas. A empresa pretende construir mais de 100 casas na China e transformar o material reciclado em moradias.

O resultado da impressão não vai ganhar nenhum prêmio de arquitetura e também não é tão elegante quanto os projetos de designers que criam conceitos diferentes de casas.

Fonte: Revista Exame

Incorporadoras lançam mais no interior

Com imóveis mais baratos, mais oferta de empregos e proximidade de centros comerciais, a Região Metropolitana e o interior de São Paulo se tornaram importantes polos de atração para o mercado imobiliário.

O crescimento orgânico das cidades médias, aliado à migração de paulistanos para fora da capital, deve criar uma demanda estável nessas áreas, na avaliação de entidades e empresários do setor.

No ano passado, o mercado imobiliário dos municípios vizinhos à cidade de São Paulo superou até mesmo o da capital. De acordo com a última pesquisa publicada pelo Sindicato da Habitação do Estado (Secovi-SP), a velocidade de vendas de imóveis na Região Metropolitana superou o índice de São Paulo entre setembro e novembro de 2014.

No penúltimo mês do ano, as cidades do entorno registraram 17,1% de comercialização do total de imóveis ofertados, ante 10,1% da metrópole.

De acordo com o presidente do Secovi-SP, Cláudio Bernardes, a Região Metropolitana e o interior do Estado têm custos menores de terrenos e regulação menos onerosa, o que permite a construção de empreendimentos com preços mais acessíveis.

"Parte desse fenômeno é crescimento orgânico, mas parte também é de êxodo da metrópole", afirmou Bernardes. Segundo ele, o valor médio de um apartamento em São Paulo é de R$ 450 mil, enquanto, no interior, não passa dos R$ 300 mil. "Essa diferença faz com que o consumidor aceite morar mais longe do trabalho para comprar uma casa melhor."

Percebendo essa movimentação, as construtoras e incorporadoras que têm empreendimentos no Estado vêm investindo desde 2012 em projetos fora da capital.

Enquanto o volume de unidades lançadas em São Paulo recuou 25% entre 2010 e 2013 (para 33 mil unidades em 2013), os lançamentos na Região Metropolitana caíram cerca de 20%, para 25 mil unidades lançadas no mesmo ano.

Nos nove primeiros meses de 2014, cerca de 31% dos lançamentos realizados pela Cyrela em todo o país estavam concentrados no interior de São Paulo, proporção que não passava dos 17% em 2011.

"São regiões que atraíram muitas empresas e cresceram bastante nos últimos anos", diz Eduardo Leite, diretor de Incorporação da Living Construtora, braço da Cyrela focado no segmento de classe média. "São municípios menos burocráticos e voltados ao investimento."

Já a EzTec, empresa focada na Região Metropolitana, aumentou seu volume de lançamentos fora de São Paulo de 45% das unidades, em 2011, para 74% no ano passado.

Segundo o diretor de relações com os investidores da incorporadora, Emílio Fugazza, quase metade dos clientes que procuram imóveis do grupo nas proximidades da capital são moradores da própria metrópole.

Fonte: Revista Exame

Construção sustentável ganha apoio do setor

Sustentabilidade é base de seis dos nove empreendimentos que ganharam o Master 2014. São quatro edifícios de lajes corporativas com certificação Leed (Leadership in Energy and Environmental Design), incluindo um fora do eixo Rio-São Paulo: o LC Corporate Green Building, em Fortaleza. Além de um hotel de luxo em Brasília, outro premiado foi o projeto da Cidade Criativa, em Palhoça (SC), incluído no programa Clima Positivo, da Fundação Clinton.

"O selo Leed é, claramente, diferencial para as empresas", diz Benny Finzi, diretor da Hines do Brasil, que executou trabalho de retrofit no 740 Anastácio, localizado na zona oeste de São Paulo. São 7,7 mil m² de área construída, em terreno de 55,6 mil m², com espelho d'água no pátio central. Para ele, prédios que não buscam certificação "já começam um passo atrás".

Em 2012, a Hines comprou o imóvel, abandonado, e restaurou sua estrutura, recuperando o paisagismo e a arquitetura de linhas retas do prédio, com três pavimentos. A redução do consumo de 30% com energia e de 20% com água é resultado da opção feita pela construção sustentável. Além da tecnologia e do paisagismo, Benny destaca o teto retrátil do 740 Anastácio. A antiga cobertura foi substituída por uma estrutura de aço e alumínio que desliza sobre trilhos.

Benny se orgulha de ter transformado um imóvel sem vida em marco do retrofit em edifícios corporativos para locação.

Assinado pela Tecnum Construtora, o Edifício Cidade Jardim, no Itaim Bibi, bairro nobre de São Paulo, também é um exemplar corporativo, com lajes de 1.500 m². Inaugurado em 2013, tem 10 andares e quatro subsolos de garagem.

O presidente da Tecnum, Jorge Batlouni Neto, diz que a obra foi um desafio. A caixa de vidro do hall, com pé-direito de 8 metros, tem estrutura mista, com bandejas e colunas integradas por cabos de aço. Os vãos livres de 13,6 metros, com vigas e lajes apoiadas em pilares junto às fachadas, permitem vários layouts aos usuários. Com área construída de 26,5 mil m², o Cidade Jardim tem selo Leed Gold, que garante eficiência energética no controle operacional.

Outro premiado do segmento comercial foi o Rio Corporate, da Odebrecht Realizações Imobiliárias (OR), construído na Barra da Tijuca, novo eixo de negócios do Rio de Janeiro. Composto por duas lajes de alto padrão e seis pavimentos de lajes corporativas, foi entregue em janeiro de 2013. Com vista para a Lagoa de Jacarepaguá, tem fachada revestida de granito e pé-direito com 3,75m.

O projeto - com os elevadores, escadas e sanitários concentrados no centro das lajes - garante melhor aproveitamento dos espaços. Na área comum, há sensores de presença ligados à iluminação, e vidros laminados reduzem troca de calor com o exterior. "Oferecemos aos clientes o que há de melhor em inovação e sustentabilidade", diz o presidente da OR, Paulo Altit.

Hotel

Lançado em 2010 e concluído em 2013, o Brisas do Lago, também construído pela Odebrecht Realizações, marca sua entrada no mercado de hospedagem de luxo em Brasília. O hotel, com 750 apartamentos, une serviços de hospedagem e oportunidade de investimento, com um sistema de venda de unidades autônomas chamado Hotel de Investidores Imobiliários Pulverizados (HIIP).

O parque aquático, com piscinas e cascatas, tem 600 m² de área. Usa energia solar para aquecimento de água, e uma de suas fachadas, com jardim suspenso, ameniza o calor e reduz a carga de ar condicionado. Segundo o presidente da OR, o Master reforça, ano após ano, a evolução da qualidade dos projetos.

O LC Corporate Green Tower foi concluído no primeiro semestre, diz o presidente da LC5 Incorporações, Luciano Cavalcante Filho. Em terreno com 3,7 mil m², o edifício tem 19 andares, com 342 conjuntos comerciais. "Tenho dois andares para locação, com lajes de 750 m² e 1.500 m²." O valor geral de vendas (VGV), segundo ele, é de R$ 140 milhões. "Vendemos 60% do prédio."

Vidros com alto isolamento térmico e ar condicionado VRF, que reduz consumo de energia, além de fontes e espelhos d'água abastecidos por tanques de reúso da chuva, são suas credenciais. A vegetação do telhado-parque combate as "ilhas de calor" e a irrigação por gotejamento economiza 50% de água.

"É o primeiro green building do Nordeste", diz o construtor, ao destacar que o LC Corporate é pioneiro na região a obter selo Leed. "Se tivesse feito sem a certificação, agora já seria um prédio antigo." Grandes empresas, segundo ele, só querem se instalar em prédio sustentável.

Ele diz que contratou o escritório do arquiteto Jaime Lerner para o projeto de um bairro planejado, em terreno de 420 hectares, na zona de expansão do Porto do Pecem, na região metropolitana de Fortaleza. "São 420 quadras, e quero fazer uma obra nos padrões de Pedra Branca", diz, referindo-se ao empreendimento de Santa Catarina.

Em Palhoça (SC), a Pedra Branca S/A constrói a Cidade Criativa, com VGV de R$ 6 bilhões, trata-se de um bairro-cidade que terá 1,7 milhão de m² de área construída e 12 mil unidades entre apartamentos, escritórios e centros comerciais.

A primeira etapa foi iniciada em 1999. "Chegamos a 9% do total planejado", diz o presidente da Pedra Branca, Valério Gomes Neto. "Já temos mil unidades de uso misto, sendo 60% residencial e 40% comercial."

A Cidade Criativa Pedra Branca chamou atenção da Fundação Clinton, que a incluiu no Desenvolvimento do Clima Positivo, ao lado de 17 projetos ao redor do mundo eleitos pela ONG americana. O projeto foi apresentado no congresso mundial Greenbuilding de 2008. "Caímos no radar da fundação", diz Gomes Neto, apostando na construção de um bairro sustentável, que ofereça qualidade de vida, onde as pessoas morem, trabalhem e se divirtam.

Fonte: Obras 24 Horas

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