Manta Líquida garante impermeabilização de lajes com secagem em até 15 minutos

Lajes de cobertura, calhas e telhados são diretamente expostos à incidência de chuvas, sofrendo ainda com a ação do sol. Por esta razão, a impermeabilização destas áreas requer um produto que, além de garantir a estanqueidade, acompanhe as movimentações da estrutura - decorrentes, inclusive, das variações de temperatura - e ainda auxilie no conforto do ambiente, reduzindo as temperaturas internas.
As lajes são superfícies horizontais, com espessura regular e que formam pisos ou coberturas em uma edificação.
Sabendo da importância de uma laje, a Mactra Tintas e Impermeabilizantes tem em sua linha de produtos  a Manta Líquida, um impermeabilizante para lajes à base de resinas acrílicas para prevenir e combater a umidade de maneira fácil, rápida e sem emendas.
As principais características do produto são: secagem rápida, baixo consumo, alta resistência a intempéries e redução da temperatura do ambiente.
A Manta Líquida pode ser utilizado não só para a impermeabilização de lajes mas também em calhas, rufos, e aplicação em telhados galvanizados.
Após as três demãos necessárias da Manta Líquida, o produto se transforma em uma espécie de borracha flexível que absorve as movimentações da superfície, impedindo o surgimento de fissuras e a passagem da água.
Antes da Manta Líquida, o processo era mais caro e mais trabalhoso. Era necessária a aplicação de no mínimo seis demãos do produto, com um intervalo de três a seis horas entre uma demão e outra. O consumo por m² era de aproximadamente 2,4 kg. Além disso, no sistema de impermeabilização antigo usava-se uma armadura - uma tela  para estruturar  toda a área, independentemente de existir trincas ou não. Isso tornava o processo muito mais caro e demorado.
Com  a Manta Líquida, tudo ficou mais fácil. " A Manta Líquida tem resultados muito superiores ao sistema antigo. Agora são necessárias somente três demãos, das quais uma funciona como selador", revela Vicente Parisotto Jr., gerente técnico da Mactra.
Outro fator importante é o processo de secagem, muito rápido, a partir de 15 minutos, ou seja, há economia de tempo. "O tempo é um fator muito importante no processo de construção", explica Parisotto. Outra vantagem é no quesito consumo: entre 1kg e 1,2 kg por m² com  a Manta Líquida contra 2,4 kg do sistema tradicional.

Fonte: Portal Brasil Energia

Telhados verdes são uma aposta bonita e sustentável

O uso das plantas no telhado ajuda o meio ambiente, como fazendo drenagem da água das chuvas, mas exige muito cuidado e experiência na instalação
Com a crise hídrica assustando muitos brasileiros, ser cada vez mais sustentável se tornou imprescindível. Os chamados telhados verdes são uma forma de trazer o cuidado com o meio ambiente para a casa ou apartamento. Além de alegrarem o cenário predominantemente cinza das cidades, eles auxiliam na drenagem da água da chuva e proporcionam isolamento acústico e térmico.
Os telhados vivos, como também são chamados, podem ser jardins em edifícios com telhado plano ou podem ser uma cobertura de gramíneas em telhados com inclinação. A grande vantagem é o isolamento acústico e térmico. Uma pesquisa realizada na Universidade de São Paulo (USP) mostrou que a diferença de temperatura entre um prédio com telhado verde pode ser até 5°C menor do que um com cobertura de concreto. Além disso, nos edifícios com esse cuidado sustentável, a umidade relativa do ar é cerca de 15% maior.
A drenagem da água das chuvas também é feita por esse jardim no alto das residências, assim como a absorção de poeira e poluição. Com isso, reduz-se a necessidade de escoamento de água e de sistemas de esgoto. Nesse jardim, pode-se plantar pequenas hortas, com alface, brócolis e olerícolas em geral além de se colocar vasos e flores. “É uma maneira de trabalhar uma questão ambiental, com uma visão não tão urbana, além de retomar o contato com a natureza”, explica o engenheiro agrônomo da empresa curitibana Esalgarden, Gustavo Milak.

Fonte: Portal Brasil Energia

Vendas de material de construção ficam estáveis em janeiro

Desempenho foi igual na comparação com o mesmo período do ano passado. Risco de racionamento de água fez com que a venda de caixas d’água batesse recorde de vendas dos últimos três anos
As vendas do varejo de material de construção ficaram em janeiro, na comparação com janeiro de 2014. O índice, no entanto, teve retração de 3,5% na comparação com o mês de dezembro. Os dados são do estudo mensal realizado pelo Instituto de Pesquisas da Universidade Anamaco com o apoio da Abrafati, Instituto Crisotila Brasil, Instituto Aço Brasil, Anfacer, Afeal e Siamfesp.
“Nós já esperávamos essa retração por conta de ser um mês no qual as expectativas em relação ao novo governo sempre interferem nas decisões dos consumidores. Ela ocorre mais fortemente nas lojas menores. Já os médios e grandes estabelecimentos tiveram desempenho estável no período”, declara Claudio Conz, presidente da Anamaco. "Esse comportamento é típico do setor no início do ano, quando ainda estamos em período de férias escolares e o consumidor precisa pagar impostos como o IPVA  e IPTU. No entanto, o mês de janeiro apresentou resultados mais favoráveis do que janeiro de 2014, em todos os segmentos avaliados”, explica Cláudio Conz, presidente da Anamaco.
O levantamento ouviu 530 lojistas das cinco regiões do país entre os dias 28 e 31 de janeiro e a margem de erro é de 4,3%. Os lojistas do Norte e Nordeste foram os que mais sentiram a diminuição das vendas. Nessas regiões, a retração aconteceu em 66% e 61% dos estabelecimentos, respectivamente. Cerca de 53% dos varejistas do setor tiveram queda de vendas no Sul, enquanto 52% registraram retração no Centro-Oeste e 50% no Sudeste.
“Cerca de 1/3 dos lojistas entrevistados acreditam que o setor deve recuperar parte das vendas já em fevereiro, no entanto registramos o maior índice de pessimismo com relação às ações do governo (52%), o que traz forte impacto na intenção de novos investimentos”, explica o presidente da Anamaco.
Entre os segmentos pesquisados, cimento teve desempenho 2% superior e aço e portas e janelas de alumínio registraram crescimento de 1%. Já metais sanitários tiveram queda de 7%, seguidos de revestimentos cerâmicos (-3%) e louças sanitárias (-2%).

Fonte: Portal Brasil Energia

Áreas úmidas requerem cuidados especiais na construção

Chapas de drywall resistentes à umidade têm componentes hidrofugantes apropriados.
Uma das partes mais difíceis de se definir em uma obra ou reforma é a escolha do material mais adequado para cada ambiente. Áreas como cozinhas, banheiros, lavanderias e tetos de varandas, por exemplo, são sujeitas à umidade e por isso exigem alguns cuidados especiais. De acordo com a Norma ABNT NBR 15758:2009 (Sistemas construtivos em chapas de gesso para Drywall - Projeto e procedimentos executivos para montagem), para áreas úmidas, a recomendação é o uso das chapas de drywall Resistentes à Umidade (RU), também conhecidas como chapas verdes. Mas nem sempre isso acontece.
O engenheiro civil Omair Zorzi, gerente técnico da fabricante de drywall Knauf do Brasil, explica que a especificação do tipo de chapa deve levar em consideração as condições de exposição a que a mesma estará submetida e o desempenho requerido do sistema e seus componentes.
“No caso de ambientes sujeitos à umidade por tempo limitado e de forma intermitente como banheiros, cozinhas, áreas de serviço, etc., deverão ser utilizadas chapas verdes do tipo RU, que possuem em sua composição química componentes hidrofugantes, que lhes conferem uma maior resistência à umidade”, diz Zorzi, ressaltando que "a chapa verde não é à prova d’água”, por isso não deve ser usada em tetos ou forros de piscinas ou saunas, já que a umidade é constante.
De acordo com ele, todas as áreas úmidas, independente do sistema construtivo, devem ser impermeabilizadas. No entanto, nem sempre a chapa RU é utilizada. “Muitos usam as chapas de drywall standard (ST) com impermeabilizante, o que não está em conformidade com a norma de desempenho 15758. Essa escolha pode trazer vários problemas. Se a pessoa passa o impermeabilizante no banheiro e fura a parede para colocar um espelho, por exemplo, acaba comprometendo a impermeabilização”, explica o gerente técnico.
Outro cuidado que se deve ter é com paredes que, mesmo não sendo em áreas úmidas, irão receber acabamentos cerâmicos assentados com argamassas colantes. “Para esse tipo de revestimento, é preciso utilizar as chapas verdes, pois a argamassa colante é misturada com água. Quando colocada sobre a chapa ST, esta absorve a água fazendo com que os azulejos se soltem da parede”, adverte Zorzi. “Por isso, é importante saber a correta aplicação dos produtos de acordo com as características de cada ambiente”, completa.

Fonte: Brasil Engenharia

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