IBGE mostra aumento de 0,50% no índice da construção civil

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e pela Caixa Econômica Federal, subiu 0,50% em abril. A taxa é 0,27 ponto percentual superior ao índice de março, que fechou em 0,23%.

Segundo dados divulgados hoje (8), o Sinapi acumula taxas de 1,12% no ano de 2015 e 5,30% nos últimos 12 meses.

O custo nacional da construção civil em abril alcançou R$ 923,58 por metro quadrado, sendo R$502,33 relativos a materiais e R$421,25 a custo da mão de obra.

A alta mensal chegou a 0,43% e 0,59%, respectivamente. Em 12 meses, a alta atingiu 3,05% para materiais e 8,08% para mão de obra.

A Bahia foi o estado com maior alta (3,31%), por causa do reajuste salarial do acordo coletivo. Na sequência, Tocantins (1,09%) e Piauí (0,76%).

De acordo com os dados, registram baixa os estados de Roraima (-0,37%), Pará (-0,26), Paraíba (-0,19%), Pernambuco (-0,25%), Alagoas (-0,14%), Rio de Janeiro (-0,02%), Mato Grosso do Sul (-0,06%) e Distrito Federal (-0,21%).

Fonte: Exame.com.br

Preços dos imóveis do país tendem a aumentar

O vice-presidente da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg) e presidente da Câmara da Indústria da Construção (CIC/Fiemg), Teodomiro Diniz Camargos, afirmou que os preços dos imóveis no País tendem a aumentar neste ano, mesmo diante de uma fraca demanda.

Segundo ele, os custos de produção (insumos, mão de obra e terrenos) não vão arrefecer e as construtoras terão que repassar esse aumento de custos para os imóveis, para preservar margens que já estão "apertadas".

"Os preços, faz um tempo, estão estagnados e os lançamentos parados. É impensável falarmos em queda de valores, porque os custos estão subindo. A tendência é de aumento", disse em coletiva de imprensa na semana passada para o lançamento do Minascon/Construir Minas 2015, a ser realizado entre os dias 24 e 27 de junho, na capital mineira.

Camargos também comentou que esse é o momento ideal para se comprar imóveis, já que ainda há estoque e os repasses de custos ainda não foram feitos.


O vice-presidente da Fiemg afirmou que o envolvimento das grandes construtoras no País em esquemas de corrupção que estão sendo investigadas pela Operação Lava Jato atrapalha o desempenho do setor. "As grandes acabam passando seus projetos para as pequenas e médias empresas, que acabam postergando os seus", explicou.

Conforme dados apresentados pelo especialista, com base em informações da Fundação João Pinheiro, órgão ligado ao governo estadual, o Produto Interno Bruto (PIB) da construção civil em Minas Gerais retraiu 4,9% em 2014.

"Para 2015, estamos caminhando para o segundo ano negativo. Mas a queda do PIB do segmento mineiro não será maior do que o nacional. Devemos acompanhar o País", afirmou.

Conforme projeções da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o PIB da construção civil deve recuar 5,5% em 2015 ante 2014. No ano passado ante 2013, a retração foi de 2,6%. O desempenho pior em Minas do que no Brasil foi justificado, em parte, pelo especialista, pela utilização de metodologias diferentes.

O mau desempenho está sendo refletido na geração de empregos. De acordo com o executivo, com base em dados do Caged, no primeiro trimestre, o Estado demitiu 2.131 no setor (saldo líquido) ante contratação de 16.591 pessoas do mesmo período do ano passado. Em março de 2015, Minas Gerais tinha 359.876 trabalhadores da construção civil com carteira assinada, ante 361.466 de dezembro de 2014.

Ainda para este ano, Camargos não espera o lançamento do Minha Casa Minha Vida 3. Para ele, a aprovação do pacote de ajuste fiscal e a sanção da nova lei da terceirização podem dar um viés positivo ao setor, minimizando a performance ruim esperada para o ano.

"Uma solução para que se retome os investimentos em infraestrutura é a realização intensa de Parcerias Público-Privadas (PPPs). Mas o setor precisa vencer questões burocráticas, legislações urbanas e trabalhistas ineficientes, falta de mão de obra qualificada e avançar em programas de requalificação urbana", ressaltou.

Fonte: Exame.com.br

 

Construtoras propõem mudar remuneração do FGTS

As empresas da construção têm uma proposta para mudar a remuneração do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Trata-se de uma tentativa das incorporadoras e construtoras de evitar o avanço do projeto apadrinhado pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que elevaria o rendimento do FGTS, equiparando-o aos ganhos da caderneta de poupança.

Como o FGTS serve de base para empréstimos para a construção e compra de imóveis, a indústria teme que a proposta de Cunha prejudique os financiamentos.

Seria preciso elevar os juros cobrados dos empréstimos para que se pudesse aumentar a remuneração das contas dos trabalhadores no FGTS.

As construtoras defendem que, em vez de igualar os juros da remuneração das contas aos da poupança, o Congresso altere a forma como é usado o superávit do fundo - ou seja, os ganhos anuais obtidos pelo FGTS com os empréstimos imobiliários.

Hoje, esses ganhos engordam o patrimônio do fundo e são usados em novos empréstimos no ano seguinte.

A proposta das empresas prevê que o lucro seja dividido ao meio, metade para engordar o patrimônio do fundo e a outra metade para os trabalhadores, como se fossem dividendos de uma aplicação financeira.

O projeto da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic) é chancelado por praticamente 80 sindicatos e associações patronais espalhados por todos os Estados e no Distrito Federal.

Fonte: Exame.com.br

Vendas de materiais de construção recuam 5,4% em março

As vendas de materiais de construção no Brasil recuaram 5,4 por cento em março na comparação com o mesmo mês de 2014, informou nesta quinta-feira a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat).

Na comparação com fevereiro deste ano, houve alta de 3,2 por cento, disse a asssociação em comunicado. No primeiro trimestre, houve queda de 8,8 por cento ano contra ano.

"As vendas nesse primeiro trimestre continuam baixas refletindo, principalmente, a forte queda na atividade das construtoras, tanto no segmento imobiliário como nas obras de infraestrutura", disse a associação.

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